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November 4, 2007

Livro O Bispo. A História Revelada de Edir Macedo

Bispo Edir Macedo


Faz “mó tempão” que não leio um livro do inicio ao fim. Há pouco tentei ler o livro do Roberto Justus (Construindo uma Vida), mas a leitura do livro se tornou enfadonha e eu abandonei o navio. Também tentei enveredar-me nas histórias futurísticas de Isaac Asimov; mais uma vez não concluí a leitura.

Uma fagulha de curiosidade surgiu em mim quando soube do lançamento do livro que conta a história do Bispo Edir Macedo, o dono da Rede Record e da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus).

Alguém que consegue levar tanta gente na lábia com certeza deve ter muito a dizer, ter passado por situações instigantes e, afinal de contas, o livro poderá ser mais uma fonte de informações para eu poder falar mal dos crentes.

Como disse o Aquino em seu blog, a biografia autorizada esgotou em menos de um mês de lançamento. Foram mais de 700 mil cópias vendidas.

Isto dificulta meu lado, mas eu tenho um colega meio louco que disse que nem vai esperar a editora LAROUSSE cortar mais arvores para os próximos 160 mil exemplares. O cara vai fazer o download do e-book do livro pela internet de grátis. Ele me confirmou que não tarda alguém bota o arquivo num fórum como SGTURBO ou num site de downloads como 4SHARE, RAPIDISHARE OU BADONGO.

Já que sou contra pirataria, vou comprar o livro no Submarino mesmo (sei….).

June 30, 2007

Vão falar difícil assim na casa do @#@$%(!)

Ultimamente ando lendo demasiadamente livros no âmbito de “aumentar” minha cultura. De todos os que comecei a ler só acabeiO Alquimista” (Paulo Coelho), outros como “1984” (George Orwell) e “1º Fundação” (Isaac Asimov) somente li até antes da metade do e-bo…quer dizer, do livro. O primeiro desisti porque assisti um filme baseado nele e assim o fim já não me era surpresa; o segundo desisti de ler porque chegou um momento que o livro parecia uma revista ÉPOCA, só falava de politicagem.

Todavia, o objetivo aqui não é falar destas obras e sim das que eu li posteriormente.

Após a quase-leitura destes livros comecei a me interessar por livros mais filosóficos como “Além do Bem e do MalNiztscher, “Cinco lições de PsicanáliseFreud, “ArtePoéticaAristoteles, entre outros.

No começo senti muita dificuldade para entender o que era expresso nas entrelinhas destes livros. Agora entendo um pouco mais, mesmo assim ainda me perco algumas muitas vezes nas nebulosas idéias dos filosofos.

Você lê, lê e lê e não consegue absolver nem UMA idéia sequer do que está (ou não está) imprimido no veículo.

Será que isto é de propósito, para que somente os preparados possam compreender tais informações? Ou será que aquelas verdades triviais estavam certas?

Uma destas “verdades” afirma que há profissionais - vários profissionais -que sempre utilizam-se de jargões para deixar coisas subentendidas; para que quando erros ocorram eles escondam-se atrás de tais jargões e digam: “Eu avise quando disse que a parafuseta da rebimboca estava desregulada”.

Outra verdade ainda vai mais longe quando afirma que estes indivíduos que falam “difícil”, o fazem para deixar o receptor da mensagem desnorteado
, para que assim a não-sabedoria deles passe despercebida.

Claro que Xenófanes, Aristoteles, Platão, Niztscher e alguns outros pensadores não são enganadores, mas a falta de objetividade deles é assustadora e as palavras deles acabam transformando-se em armadilhas.

Não pense que só a utilização de um léxico mais aprofundado vai te ajudar a entender o que está escrito em algumas passagens das obras filosóficas.

Eu gostaria de perguntar aos blogueiros Rafael Slonik e Ibrahim César: Esta dificuldade de entendimento é normal no inicio da vida de um leitor de livros do gênero filosófico ou, realmente o que não foi entendido não pode ser entendido por completo, porque os filósofos utilizam-se de sua habiliade na escrita para nos enrolarem com palavras de sentido duplo, triplo ou até mesmo de sentido nenhum. (Por favor, respondam está pergunta através de um comentário aqui no post)

May 30, 2007

“O Alquimista” de Paulo Coelho. Resumo do livro

O Alquimista

Ontem acabei de ler o e-book do livro “O Alquimista”.
No fim da estória percebi que o mundo e os que nele habitam são influenciados por muitas forças que por incrível que pareça são mais simples do que um grão de areia - uau! que lindo!

O livro começa falando de um rapaz que é pastor - cuida de ovelhas-; este rapaz numa noite sonha com um tesouro que está escondido nas Pirâmides do Ceará Egito. Ele sai então para sua jornada onde conhece pessoas das mais diversas culturas, crenças e indones. Algumas amizades que ele faz o ajuda a seguir seu caminho rumo à sua Lenda Pessoal (sua meta de vida). O último a o ajudar é um alquimista do deserto que o leva até perto das pirâmides.

No fim ele chega até as ditas cujas e lá de uma forma meio que peculiar descobre que o seu tesouro está lá onde ele dormia com suas ovelhas, ou seja, de onde ele veio. No fim o rapaz se revolta: bota um brinco, um piercing no nariz, pinta o cabelo de preto, o penteia para frente, compra um CD do RBD e vira EMO.

Sem brincadeira, na verdade o rapaz volta pra sua terra, acha o seu tesouro e se casa com a mulher de sua vida - final surpreendente não?!

Moral do filme, quer dizer, livro: você vai ter que ir na casa do ca@i pra descobrir que o seu tesouro tá embaixo do seu próprio nariz!