Chapinha do MAL

O cuidado levando ao descuido.
As mulheres de hoje em dia cuidam e muito de sua aparência física. Elas utilizam-se de todos os tipos de [BP]tratamentos de beleza[/BP] que há, que vão desde uma simples [BP]depilação[/BP] até uma complicada [BP]cirurgia estética[/BP].
Uma prova da tamanha importância dada à beleza pelas mulheres são os números que mostram que o crescimento da indústria de [BP]cosméticos[/BP] vem sendo a surpreendente taxa de 11% ao ano.
Dados comprovam que quase todas as mulheres só saem de casa
após usar algum produto embelezador.
Bem, isto mostra que elas são muito cuidadosas com sua aparência mas outro fator mostra que este grande cuidado acaba levando ao descuido pois algumas mulheres – e gays também – fazem tratamentos de beleza em qualquer “boteco de esquina”. Tá certo que não é preciso ir á um dermatologista para passar um protetor solar – se brincar até isto é preciso – mas existem tratamentos como por exemplo a [BP]chapinha -[/BP] ou [BP]escova progressiva -[/BP] que tem que ser feita por um profissional e o mais importante em um estabelecimento confiável.
Algumas mulheres podem até falar: “A minha amiga Jurema fez escova progressiva no salão da BETI FRUFRU – toda biba tem nome assim – e tá aí linda, lisa e loira”.
Mas o caso é que algumas pessoas tem alergia a certos [BP]cremes[/BP] e outras não. E o pior é que alguns estabelecimentos usam o formol – produto que pode causar queimaduras nas vias respiratórias, irritação nos olhos e além de tudo é cancerígeno – sem nem avisar ao cliente disto.
Veja o caso da Maria Ení da Silva que após fazer uma escova progressiva em seus cabelos
começou a sentir irritações nos olhos, dores de cabeça e três dias após bateu as botas em um hospital goiano.
A polícia investiga a hipótese dela ter falecido de intoxicação ou de reação alérgica aos produtos utilizados no tratamento capilar.
Este caso serve para abrir os olhos de vocês mulheres – e gays também – para a questão do cuidado com o que vocês estão usando em seu corpo e se quem está “passando” o produto em você sabe oque faz.
Veja antes se o local – [BP]clínica de estética[/BP] ou salão de beleza – tem profissionais especializados, veja se não há nenhum caso de negligencia por parte dos profissionais do local, veja se você não é alérgica aos produtos utilizados no tratamento de beleza e o mais importante veja se os produtos utilizados no estabelecimento são regulamentados pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
E se você descobrir algum “boteco de beleza” denuncie!